Estou escrevendo para não gritar. Para não acordar os que dormem felizes lado a lado, os que repousam, aconchegados, os que se encontram e continuam juntos e não precisam sonhar porque não dizem adeus…para que as palavras chovam num dilúvio, silenciosamente, e me alaguem, e me afoguem, e me deixem pela noite a dentro como um corpo sem vida e sem alma, a flutuar…
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